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SPECIAL RELEASE - ELETROBRAS DEBENTURES 08/2009
 
  INTERNATIONAL FRAUDS: MADOFF USA x ELETROBRAS BRAZIL  
  FRAUDES INTERNACIONAIS: MADOFF EUA x ELETROBRAS BRASIL  
 

Fundos hedge têm nova leva de saques


Os fundos hedge surgiram em 1949, com o objetivo de incrementar o rendimento do fundo, fazendo operações para proteger outras operações já contratadas.

Hedge em português quer dizer "cerca", isto é, proteção. O hedge é um instrumento que visa proteger operações financeiras do risco de grandes variações de preço em um determinado ativo.

Em finanças, uma estratégia de "hedging" consiste em realizar um determinado investimento com o objetivo específico de reduzir ou eliminar o risco de outro investimento ou transação.

Um exemplo é o caso de uma empresa que tem de pagar uma fatura em moeda estrangeira no prazo de 60 dias. Se comprar hoje, no mercado de futuros, um montante dessa moeda equivalente ao valor da fatura, consegue isolar-se do risco de ocorrerem alterações da taxa de câmbio que tornem a transação mais cara na sua moeda.

A estratégia de "hedging" pode ser concebida de forma a limitar apenas parcialmente o risco cambial ou, através da utilização de opções, dando ao investidor a hipótese de ganhar no caso de a flutuação ser a seu favor.

Os fundos hedge estão enfrentando mais um rodada de saques, depois que vários grandes investidores foram atingidos pela fraude de US$ 50 bilhões de Bernard Madoff começaram a liquidar seus portfólios.

A escala das retiradas não é tão ruim quanto as registradas pelo setor em outubro e novembro, mas é significativa o suficiente para criar problemas para os gestores, que ainda lutam com a ressaca dos pedidos de saques do ano passado.

"Para aqueles gestores de fundos hedge que estavam com a mão na testa dizendo que não aguentavam mais os saques, Madoff representa um novo golpe", diz o diretor de um grande fundo hedge dos EUA. "É uma outra onda, por um motivo diferente."

Os fundos hedge foram atingidos por resgates estimados pelo Morgan Stanley em 20% - perto de US$ 400 bilhões - no segundo semestre do ano passado, com outros 10% a 20% devendo ocorrer até o segundo trimestre. Isso forçou os gestores a se desfazer de ações, bônus e derivativos para levantar dinheiro e contribuiu para as grandes oscilações de alguns ativos populares entre os fundos hedge nos últimos meses.

"As pessoas que foram afetados por Madoff terão em alguns casos saques terríveis", diz Bruce Hamilton, analista do Morgan Stanley. Os grandes pedidos de resgates da parte de fundos de fundos hedge e private banks atingidos por Madoff parecem ter o objetivo de levantar dinheiro em preparação para grandes retiradas dos clientes finais, afirmam os gestores.

A medida mais extrema até agora é a da Optimal Investment Services, gestora de fundos de Genebra controlada pelo Santander, que está liquidando sete fundos especializados "hedge funds", depois que o uso de Madoff como um dos seus gestores afetou sua imagem.

Outros grandes investidores prejudicados por Madoff - a maioria baseados em Genebra ou arredores - também apressaram os saques dos fundos hedge depois que Madoff foi preso em dezembro. Por causa do grande período de carência na retirada dos "hedge funds", muitos não conseguirão o dinheiro de volta antes do fim de março.

"Aqueles que foram muito prejudicados estão sacando tudo", diz o fundador de um grande fundo de hedge de Londres. "É brutal." Outro grande fundo de Londres diz que está assumindo que todo, ou quase todo, o dinheiro aplicado por aqueles que foram prejudicados por Madoff, será sacado. Até mesmo os private banks que evitaram Madoff afirmam que a confiança dos clientes nos fundos de hedge foi duramente abalada pela suposta fraude.

 

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